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27 Nov

O Embaixador Internacional Paulo Crimber

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O sorteio para o round inicial da Final do Brahma Super Bull PBR está com um nome faltando.

Bem, pelo menos um rapaz de 32 anos de idade ainda desejava estar competindo.

Em vez disso, um dos competidores favoritos dos fãs, Paulo Crimber voltou para casa com sua família e está trabalhando com a PBR Brasil como diretor de juízes. Ele julga os eventos no Brasil, e também trabalha ao lado de Flávio Junqueira, presidente da PBR Brasil, como um tradutor durante as reuniões com aqueles que falam em inglês.

“Eu desejo ainda poder montar”, disse Crimber. “Eu ainda sou jovem e sei que poderia fazer mais, mas infelizmente, as duas fraturas no pescoço meio que me desaceleraram”.

Após perder quase três anos, Crimber montou numa tentativa de retorno em 2011.

Ele usou as isenções que teve devido a lesão e competiu em cinco eventos da Built Ford Tough Series e em vários eventos da Touring Pro Division, antes de ir ao Brasil, onde se classificou para a Final do Brahma Super Bull PBR no ano passado.

No entanto, as lesões nas montarias o impediram de competir.

“Quando eu cheguei lá, não poderia montar em um único touro”, disse ele. “Minhas costas estavam travadas. Eu não poderia fazer nada e então aceitei o trabalho que me ofereceram para trabalhar na PBR”.

Crimber brincou dizendo que “praticamente (faz) o que precisa ser feito”.

De muitas maneiras, ele é um embaixador internacional para o esporte.

Ele esteve recentemente em Las Vegas para a Final Mundial e usou a viagem para se reunir com vários competidores dos Estados Unidos, Austrália e Canadá, em um esforço para educar a todos sobre o crescimento contínuo da PBR Brasil.

“É impressionante o quanto cresceu por lá”. Nos últimos dois anos eles deram 1 milhão de reais” disse Crimber, em relação ao bônus a ser pago para o campeão brasileiro. “Este ano, tivemos cinco Iron Cowboy e trouxemos cinco cowboys para os Estados Unidos na Final. Tem sido enorme. Eu acho que vai continuar crescendo no próximo ano”.

Crimber disse que os eventos no Brasil não são sequer comparáveis aos de quando ele começou a sua carreira.

Na verdade, ele estimou que o público e o dinheiro dos prêmios podem ter sido apenas 10 por cento do que são agora, e a qualidade dos eventos ficou muito melhor. Como resultado, o número de competidores que estão competindo aumentou.

Enquanto estava em Vegas, Crimber disse que ele e todos os outros da PBR Brasil estiveram trabalhando todos os dias, o ano inteiro, para se tornar melhor.

Em mais dois anos, Crimber disse que o escritório situado em São José do Rio Preto, pode se espelhar na sede da PBR em Pueblo, no Colorado.

Enquanto isso, o evento neste final de semana no Brasil deve atrair de 70 a 75 mil espectadores, na arena ao ar livre, todos os dias.

Enquanto o grande público brasileiro são maiores que os dos Estados Unidos, por causa do tamanho dos eventos, Crimber disse que nos EUA, as arenas cobertas são mais compactas e “você sente a energia e a adrenalina dos competidores dentro do estádio”.

Por Keith Ryan Cartwright
Tradução por Gustavo Carvalho (www.bullriding.com.br)

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